Arquivo para Julho, 2008

A Apple esqueceu de revolucionar a interação social

Imagine a seguinte cena:
Você entra num barzinho, pede sua bebida, tira seu iPhone do bolso, dá alguns toques na tela, e dentro de poucos segundos ele começa a exibir o Orkut de várias pessoas que estão ali no bar. Uma olhada rápida, e descobre que o cara sentado do seu lado foi no mesmo show que você, sinal de que puxar conversa com ele pode-lhe render um bom papo. Mas isso fica para depois, agora você está mais interessado naquela garota do outro lado do bar. Então você abre o perfil dela, confere algumas fotos, vê que ela está solteira e que vocês dois tem muitos gostos em comum. Você pensa em ir até lá falar com ela, só que a timidez te impede. Ao invés disso, você escreve um “scrap” no Orkut dela. Quase que instantaneamente o iPhone dela toca, ela lê seu recado, dá alguns toques na tela, provavelmente olhando o seu perfil, até que finalmente ela levanta a cabeça, te reconhece e sorri.

Isso tudo parece meio irreal? Futurista demais?
Saiba que o iPhone já tem a tecnologia necessária para isso, ele é capaz de localizar outros iPhones pelo GPS e pela rede de telefonia, e a conexão à internet que permite ver qualquer site.

O que falta então pra você poder usar essa ferramenta?
A Apple criar um simples programa que associe o seu telefone ao seu perfil no Orkut, ou MySpace, ou qualquer outra rede social. O engraçado é que o mais dificil foi feito, ficou faltando o mais fácil.

Imagine a revolução que isso seria
O principal motivo das pessoas não saírem por aí puxando conversa com estranhos é não saberem se tem algo em comum, ou se os outros vão gostar do papo delas. Já com essa ferramenta, você andaria pela rua e veria não apenas rostos, mas sim os perfis de cada pessoa. E baseado nos seus interesses, veria quem são seus amigos em potencial.
E certamente haveria configurações de privacidade, que você poderia bloquear este serviço parcialmente ou totalmente.

Curiosidade
As inovações tecnologicas fazem as pessoas se relacionarem cada vez mais através de máquinas, e quando surge a chance de criar algo que poderia aumentar o contato pessoal, isso simplesmente passa batido.

Na verdade os belgas do vídeo abaixo é que pensaram nisso.

Ah, não se engane pelo decote da garota, é apenas a tática deles para conseguir mais acessos. Apesar disso, recomendo que dêem uma olhada nos outros vídeos e projetos deles. (tudo em inglês)

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Carne de porco com feijão

Esse clipe do Wezzer já não é tão novidade assim, mas depois da matéria no Fantástico sobre ele, e de o NX Zero estragar ele fazer uma versão brasileira, pensei em como teria sido o contato com algumas das “celebridades”.
Fico imaginando o telefonema da produção para o gordinho do “Numa numa”:

-Então, o Weezer tá com essa música nova, e o clipe homenageia algumas celebridades do YouTube, e como até hoje o seu vídeo é um dos mais vistos, seria legal se você aparecesse.
-Sério?
-Sim, te interessaria participar?
-Claro que me interessa.
-Mas como o seu vídeo não é muito recente, a gente queria saber se você não mudou muito, porque queremos quem assita te reconheça e tal…
-Bom, já passou uns anos, né? Então to um pouco mais velho e…
-Não, não… quanto a isso não tem muito problema, o que a gente queria saber é se você continua gordinho e com cara de nerd.

Tá, eu sei que ele deve ter vídeos ou fotos mais recentes em algum lugar da internet, então provavelmente não foi preciso perguntar isso. Mas não deixa de ser engraçado pensar que ele poderia ter feito dieta ou redução de estômago e estar magrinho, ou ainda nas outras “celebridades” que eles podem ter entrado em contato, mas que por motivos parecidos não aparecem no vídeo.

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Fazer caridade assistindo vídeos na net?

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Caso alguém não tenha entendido, estão criando uma espécie de “youtube beneficente”, onde empresas farão doações a algum instituição cada vez que um vídeo for assistido.

A idéia é interessante. Será que finalmente inventaram forma de fazer caridade “virtualmente” e sem esforço?
Bom, tenho minhas dúvidas quanto a isso funcionar, mas vamos ver no que dá.

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Não se fazem mais séries como antigamente

Com o final da temporada de Lost (única série atual que acompanho) e com todos os animes em dia, passei a procurar algo novo para assistir, já que estou acostumado a ter séries para o café da manhã e jantar, mas em meio a essa busca por algo novo, me deu vontade de rever uma das antigas, Anos Incríveis

Essa deve ser a terceira vez que assisto, e é incrível como a cada vez que assisto ainda me surpreendo com ela, vendo novas perspectivas e interpretações. A primeira vez foi quando tinha por volta de 10 ou 11 anos, e na época era para mim apenas a história de um adolescente com muitas coisas em comum comigo. Na segunda vez, já com 17, foi quando comecei a ver os aspectos políticos da série, coisa que até então tinha passado batido. E hoje, pela terceira vez ainda tiro verdadeiras lições dela.

Como no episódio em que Kevin conhece o escritorio do pai, e percebe que ele é bom demais para aquele emprego, e o pai por sua vez explica que aquilo nào era nada daquilo que ele sonhava, e como as coisas foram simplesmente acontecendo. Depois disso foi inevitável pensar em como eu estou deixando as coisas simplesmente acontecerem, e em que diabos eu ainda estou fazendo aqui.

Pena que essa série provavelmente nunca vai ser lançada em DVD, então tenho que me contentar com essa “versão Torrent” de baixa qualidade. Mas a imagem ruim ta tornando isso até mais interessante, me fazendo lembrar dos tempos em que assistia ela na TV Cultura.

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De volta

Voltando ao mundo bloguístico .

Vamos ver qual é a desse WordPress.
Logo me avisaram que aqui não suporta templates personalizados, o que achei até bom. Uma coisa a menos pra me preocupar, e sem a desculpa do “preciso fazer um template antes” parei de enrolar pra voltar a blogar.

 

 

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